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Despretensiosamente simples e belo

Raul Gomes, Matosinhos 15-01-2019

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Com um desempenho assertivo de Sara Jessica Parker, fazendo-nos esquecer totalmente do seu currículo, encarnando uma personagem densa, melancólica, por vezes com tentações depressivas, mas com a intenção de sossegar a sua família mais próxima, e, ao mesmo tempo, tentando criar elos de ligação há muito deteriorados. E, é uma presença fortuita, de um taxista, que acaba por a trazer à realidade (bolha) em que vivia. A ajuda por vezes está onde menos se espera.

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